Enquanto Trump promete cortar preços de remédios, brasileiros enfrentam alta de até 359%

Por Redação Metrovale

Enquanto o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anuncia planos para reduzir os preços dos medicamentos em até 59% por meio de uma nova ordem executiva, os brasileiros enfrentam aumentos significativos no custo de medicamentos.

Reajuste oficial e aumentos reais no Brasil

Em 2024, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) autorizou um reajuste anual de até 4,5% nos preços dos medicamentos, alinhado com a inflação do período. 

No entanto, dados da plataforma CliqueFarma revelam que alguns medicamentos tiveram aumentos muito superiores. O anticoagulante rivaroxabana, por exemplo, registrou uma alta de até 359% no ano. Outros medicamentos, como a prednisolona e a tadalafila, também apresentaram aumentos expressivos, de 340% e 328%, respectivamente. 

Proposta de Trump nos EUA

Nos Estados Unidos, Trump propôs uma política de “nação mais favorecida”, que visa alinhar os preços dos medicamentos aos praticados em outros países desenvolvidos. A medida tem como objetivo reduzir os custos para os consumidores americanos, especialmente os idosos atendidos pelo programa Medicare. A proposta já havia sido apresentada durante seu mandato anterior, mas enfrentou obstáculos legais.

Impacto no mercado farmacêutico

O anúncio de Trump causou preocupação no setor farmacêutico, com ações de empresas do ramo registrando quedas significativas. Enquanto isso, no Brasil, consumidores enfrentam dificuldades para adquirir medicamentos essenciais devido aos aumentos de preços, que muitas vezes superam os índices oficiais de reajuste.

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