PASTOR E DJ DE FESTA INFANTIL ESTUPRA MENINA DE 9 ANOS EM MERCADO E É LIBERADO:

‘LEI PERMITE’, DIZ POLÍCIA; FOTOS DO CRIME FORAM PARAR NO CELULAR DO IRMÃO DA VÍTIMA


DJ e pastor é acusado de estuprar criança de 9 anos em banheiro de mercado em São José dos Campos
Crime chocante gera revolta na região do Putim; suspeito confessou, mas foi liberado após 24 horas

São José dos Campos, 10 de maio de 2025 – Um crime brutal comoveu moradores da zona leste de São José dos Campos. José LPS, de 44 anos, conhecido como DJ Lucas, foi acusado de estuprar uma menina de 9 anos no banheiro de um supermercado da região do Putim no último dia 6 de abril. O caso, revelado pelo jornal OVALE, ganhou repercussão após o próprio suspeito enviar, por engano, fotos do ato para o irmão da vítima, um adolescente de 15 anos.

Detalhes do crime

De acordo com a investigação policial, o homem – que atua como DJ em festas infantis e participa de pregações religiosas como pastor – arrastou a criança para o banheiro do estabelecimento, onde praticou a violência sexual e registrou imagens do crime. No dia seguinte (7 de abril), ao tentar apagar as evidências, enviou as fotos por engano para o celular do irmão da vítima. O adolescente, em choque, alertou a família, que acionou a Polícia Militar.

Liberação do suspeito gera indignação

O homem foi levado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e confessou o crime, mas foi liberado após o prazo legal de 24 horas para prisão em flagrante. A decisão, prevista em lei, não impediu a revolta da família e da comunidade. Em entrevista ao OVALE, parentes da vítima relataram que o acusado chegou a ameaçar o adolescente que o denunciou.

“Queremos justiça. Esse homem não pode ficar solto”, desabafou um familiar, que pediu anonimato. A Polícia Civil confirmou que o caso está em investigação e aguarda decisão judicial sobre um eventual mandado de prisão.

Repercussão e apelo por justiça

O crime expôs a vulnerabilidade de crianças em espaços públicos e levantou debates sobre a atuação de figuras com duplo papel social – como o suspeito, que frequentava ambientes infantis e religiosos. Nas redes sociais, moradores da região protestaram: “Isso é um absurdo. Como confiar em alguém que se diz pastor e comete algo tão monstruoso?”, questionou uma internauta.

A reportagem do MetroVale entrou em contato com a Defensoria Pública para esclarecer os trâmites legais, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.

Como acompanhar

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Créditos: Reportagem baseada em informações exclusivas do jornal OVALE.
Edição: Redação MetroVale | Colaboração: Equipe de Investigação OVALE.

Nota: Nomes de menores envolvidos foram preservados em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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